O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta sexta-feira (18) no encerramento da Conferência do Clima que o mundo precisa imediatamente de um acordo sobre como deter o aquecimento global, mesmo que não seja perfeito.
Um dia antes, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, declarou que a conclusão de um acordo sem sentido sobre o clima seria "muito pior" do que voltar de Copenhague de mãos vazias.
Falando logo após o presidente Lula no encerramento da COP 15, em Copenhague, Obama disse que os países devem tomar "ações imediatas e conjuntas" contra as mudanças climáticas.
"O tempo de falar acabou", disse Obama.
"A questão é se vamos seguir em frente juntos ou nos dividirmos", afirmou. "Esse não é o acordo perfeito e nenhum país vai conseguir tudo o que quer. Vamos continuar discutindo os mesmos argumentos mês após mês, ano após anos... enquanto o perigo da mudança climática cresce de forma irreversível.
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, disse nesta sexta-feira (18) na plenária do último dia da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 15) que o Brasil está disposto a oferecer dinheiro para um fundo internacional de financiamento de medidas de adaptação e redução de emissões nos países pobres. “Se for necessário o Brasil fazer um sacrifício a mais estamos dispostos a participar do financiamento”, disse.
Dias antes, sua ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, havia rejeitado a possibilidade de o Brasil contribuir.
Lula abriu seu discurso, antes do presidente americano Barack Obama também discursar e afirmar que o mundo precisa imediatamente de um acordo, mesmo que ele não seja perfeito.
Dizendo querer chegar a um consenso, Lula afirmou que compreende que os países ricos não "serão os salvadores dos países em desenvolvimento" e que o aquecimento global pode atrapalhar o desenvolvimento do Brasil. "Passamos um século sem crescer enquantos outros cresciam muito. Agora que nós começamos a crescer, não é justo que voltemos a fazer sacrifício."
O presidente brasileiro foi enfático ao afirmar que estava frustrado com os resultados obtidos até agora. O tom de crítica dominou a fala de Lula. "Confesso que estou um pouco frustrado porque discutimos a questão do clima e cada vez mais constatamos que o problema é mais grave do que nós possamos imaginar"
Um dia antes, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, declarou que a conclusão de um acordo sem sentido sobre o clima seria "muito pior" do que voltar de Copenhague de mãos vazias.
Falando logo após o presidente Lula no encerramento da COP 15, em Copenhague, Obama disse que os países devem tomar "ações imediatas e conjuntas" contra as mudanças climáticas.
"O tempo de falar acabou", disse Obama.
"A questão é se vamos seguir em frente juntos ou nos dividirmos", afirmou. "Esse não é o acordo perfeito e nenhum país vai conseguir tudo o que quer. Vamos continuar discutindo os mesmos argumentos mês após mês, ano após anos... enquanto o perigo da mudança climática cresce de forma irreversível.
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, disse nesta sexta-feira (18) na plenária do último dia da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 15) que o Brasil está disposto a oferecer dinheiro para um fundo internacional de financiamento de medidas de adaptação e redução de emissões nos países pobres. “Se for necessário o Brasil fazer um sacrifício a mais estamos dispostos a participar do financiamento”, disse.
Dias antes, sua ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, havia rejeitado a possibilidade de o Brasil contribuir.
Lula abriu seu discurso, antes do presidente americano Barack Obama também discursar e afirmar que o mundo precisa imediatamente de um acordo, mesmo que ele não seja perfeito.
Dizendo querer chegar a um consenso, Lula afirmou que compreende que os países ricos não "serão os salvadores dos países em desenvolvimento" e que o aquecimento global pode atrapalhar o desenvolvimento do Brasil. "Passamos um século sem crescer enquantos outros cresciam muito. Agora que nós começamos a crescer, não é justo que voltemos a fazer sacrifício."
O presidente brasileiro foi enfático ao afirmar que estava frustrado com os resultados obtidos até agora. O tom de crítica dominou a fala de Lula. "Confesso que estou um pouco frustrado porque discutimos a questão do clima e cada vez mais constatamos que o problema é mais grave do que nós possamos imaginar"
FONTE: www.pe360graus.com

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